| ... Se te queres matar Bea, tens um gosto tão apurado e pessoal, como posso eu, banido energúmeno transacional, dizer-te de meus gostos e prazeres literários para que incluas naquilo que de mais lindo e pessoal tens ai? Se me perguntares do que gosto, daquilo que amo e aprecio, mete lá o ... se te queres matar, porque não te queres matar... é duma beleza tão delirante e real que nada lhe pode sobrepor. E bom também é, que aqueles que surfam pelas doiradas praias virtuais, tenham em mente que não só do navegar vive-se, mas que também, há ela, a sorrateira dama de negro a nos espreitar a cada passo dado pelas vielas da dominical feira de Samarkanda, lá pelos confins da terra, um dia, tão redonda e bela. Bea, estou febril. O rio que por minha aldeia rola, leva-me a trancos e barrancos ao outro lado da Franca, onde o rebotalho dali, se ajunta a beira do Sena e com seu alarido me espanta e acorda de meu sonho transoceânico, para ir dar-me aos costados da bela Boa Viagem, onde quem o saberá, estas tu sob teu sol e tuas estrelas a criares mais e mais paginas dessa tua doce luz hyper-bytica. Ai, ai, estou, como bem o podes sentir um tanto quanto perdido demores por ti. Não a ponho os sinais daí por cá saem aos erros mil. Beijos cheio de perfumes ébrios de França |