Não!

Tempo demais vivi perto da solidão e,
assim, desaprendi o silêncio.
(Friedrich Wilhelm Nietzsche)

Não, não e não - mil vezes não!

Porque me disseste: - um silêncio obsequioso.
Não.

Em contra-
partida, devo
dirigir-te tão-só a não-palavra cheia de presságios.
É a noite.
As nuvens passam
e seus soturnos:
- como farei para saberes que não penso em ti!?