Se

apud Rudayard Kipling,
para Alicia

Se eu tivesse uma -
se -
ah, não sei, já sei, deve fazer parte,
tantos "ses":
épocas, geografias, este mar
longamente mar.

Então, eu tomaria conta das forjas,
dos ferros e do carvão.

Seriam de outro encargo,
não meu, [se],
a água,
o óleo da têmpera,
esta luz refletida à lâmina;
[e correríamos entre as fornalhas] -
de aurora e forjas,
este cântico, este soluço.
E quando nos cansássemos
de tanto abafo, o meu quinhão de rosto
e sal completamente pagos,
ela diria em pleno dia: -Um café, senhor!

-Sim, minha senhora, eu mesmo vou servi-la:
esta taça, a noite azul.