| Poesia sem título (1981)
Enquanto o galo canta
De madrugada
O cigarro queima
No cinzeiro, a mosca
Zumbe no silencio quarto
Onde minha mãe trêmula
Escreve o que me requer
No papel em branco
Duma frágil culpa
Duma consciência barata tonta
Cheia de moinhos para fazer girar...
Minha filha dorme.
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