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Ricardo Reis
Abelha, A
Cada Qual, A
Acima da Verdade
Flor que És, A
Aguardo
Aqui
Aqui dizeis.
Aqui, neste misérrimo desterro
Ao Longe
Aos Deuses
Antes de Nós
Anjos ou Deuses
Palidez do Dia, A
Atrás Não Torna
Nada Imploram, A
As Rosas
Azuis os Montes
Bocas Roxas
Breve o Dia
Cada Coisa
Cada dia sem gozo não foi teu
Cada Um
Como
Coroai-me
Cuidas, Índio
Da Lâmpada
Da Nossa Semelhança
De Apolo
De Novo Traz
Deixemos, Lídia
Dia Após Dia
Do que Quero
Domina ou Cala
Estás só. Ninguém o sabe.
Este Seu Escasso Campo
É tão Suave
Feliz Aquele
Felizes
Flores
Frutos
Gozo Sonhado
Inglória
Já Sobre a Fronte
Lenta, Descansa
Lídia
Melhor Destino
Mestre
Meu Gesto
Nada Fica
Não a Ti, Cristo, odeio ou te não quero
Não a Ti, Cristo, odeio ou menosprezo
Não Canto
Não Consentem
Não Queiras
Não quero as oferendas
Não quero, Cloe, teu amor, que oprime
Não quero recordar nem conhecer-me
Não Só Vinho
Não só quem nos odeia ou nos inveja
Não sei de quem recordo meu passado
Não sei se é amor que tens
Não Tenhas
Nem da Erva
Negue-me
Ninguém a outro ama
Ninguém, na vasta selva virgem
No Breve Número
No Ciclo Eterno
No Magno Dia
No mundo, Só comigo, me deixaram
Nos Altos Ramos
Nunca
Ouvi contar que outrora
Olho
Que Sentimos, O
Deuses e os messias, Os
Deus pã, O
Deuses, Os
Ritmo antigo, O
Mar jaz, O
Sono é bom, O
Rastro breve, O
Para os Deuses
Para ser grande, sê inteiro: nada
Pesa o Decreto
Ponho na Altiva
Pois que nada que dure, ou que, durando
Prazer
Prefiro Rosas
Quão breve tempo é a mais longa vida
Quanta Tristeza
Quando, Lídia
Quanto faças, supremamente faze
Quem diz ao dia, dura! e à treva, acaba!
Quer Pouco
Quero dos Deuses
Quero Ignorado
Rasteja mole pelos campos ermos
Sábio
Saudoso
Segue o teu destino
Se Recordo
Severo Narro
Sereno Aguarda
Seguro Assento
Sim
Só o Ter
Só Esta Liberdade
Sofro, Lídia
Solene Passa
Se a Cada Coisa
Sob a Leve Tutela
Súbdito Inútil
Tão cedo passa tudo quanto passa!
Tão Cedo
Tênue
Temo, Lídia
Tirem-me os Deuses
Tudo, desde ermos astros afastados
Tudo que Cessa
Tuas, Não Minhas
Uma Após Uma
Uns
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio
Vivem em nós inúmeros
Vive sem Horas
Vós que, Crentes
Vossa Formosa
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