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131 poesias
Poesias Inéditas - 1919-1935

  • A 'sperança, como um fósforo inda aceso
  • Abismo é o muro que tenho, O
  • Amor, O
  • Aqui está-se sossegado
  • Aqui neste profundo apartamento
  • Árvore verde
  • As lentas nuvens fazem sono
  • As nuvens são sombrias
  • Basta pensar em sentir
  • Bem, Hoje que Estou só e Posso Ver
  • Bóiam farrapos de sombra
  • Brincava a criança
  • Cai chuva do céu cinzento
  • Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa
  • Caminho a teu lado mudo
  • Cansa ser, sentir dói, pensar destruir
  • Cansado até dos deuses que não são...
  • Canta onde nada existe
  • Ceifeira
  • Céu de todos os invernos, O
  • Cheguei à janela
  • Chove. Que fiz eu da vida?
  • Clareia cinzenta a noite de chuva.
  • Começa, no ar da antemanhã
  • Como às vezes num dia azul e manso
  • Como é por dentro outra pessoa
  • Como nuvens pelo céu
  • Como um vento na floresta
  • Como uma voz de fonte que cessasse
  • Criança, era outro
  • De aqui a pouco acaba o dia
  • Deixa-me ouvir o que não ouço
  • Deixei atrás os erros do que fui
  • Deixem-me o sono! Sei que é já manhã
  • Deixei de ser aquele que esperava
  • Deixo ao cego e ao surdo
  • Depois que o som da terra, que é não tê-lo
  • Depois que todos foram
  • Desfaze a mala feita pra a partida!
  • Desperto sempre antes que raie o dia
  • Deus não tem unidade
  • Deve chamar-se tristeza
  • Do fundo do fim do mundo
  • Dói-me no coração
  • Dói-me quem sou. E em meio da emoção
  • Do meio da rua
  • Dorme, criança, dorme
  • Dormir! Não ter desejos nem esperanças
  • Do seu longínquo reino cor-de-rosa
  • Doze signos do céu o Sol percorre
  • Durmo, cheio de nada, e amanhã
  • Durmo. Regresso ou espero?
  • E a extensa e vária natureza é triste
  • É boa! Se fossem malmequeres
  • Eh, como outrora era outra a que eu não tinha!
  • É Inda Quente
  • E ou jazigo haja
  • É uma brisa leve
  • E, ó vento vago
  • Em outro mundo, onde a vontade é lei
  • Em toda a noite o sono não veio
  • Em Torno
  • Em torno ao candeeiro desolado
  • Enfia, a agulha
  • Entre o luar e o arvoredo
  • Entre o sossego e o arvoredo
  • Epitáfio Desconhecido
  • Era isso mesmo
  • Eram varões todos
  • É um campo verde e vasto
  • Eu
  • Eu Amo Tudo o Que Foi
  • Eu me resigno. Há no alto da montanha
  • Eu tenho idéias e razões
  • Exígua lâmpada tranqüila
  • Falhei. Os astros seguem seu caminho
  • Fito-me frente a frente ( I )
  • Fito-me frente a frente ( II )
  • Flui, indeciso na bruma
  • Glosa
  • Glosas
  • Gnomos do luar que faz selvas
  • Gostara, realmente
  • Gradual, desde que o calor
  • Grande sol a entreter
  • Há uma música do povo
  • Há um frio e um vácuo no ar
  • Já ouvi doze vezes dar a hora
  • Ladram uns cães a distância
  • Lá fora onde árvores São
  • Leve rio cimo das ervas
  • Louco, O (e fala aos constelados céus)
  • Mais triste do que o que acontece
  • Mas eu, alheio sempre, sempre entrando
  • Mas o hóspede inconvidado
  • Meu coração quebrou-se, O
  • Minha alma sabe-me a antiga
  • Minhas mesmas emoções
  • Minha mulher, a solidão,
  • Na noite que me desconhece
  • Não digas nada!
  • Não quero rosas, desde que haja rosas
  • No Fim da chuva e do vento
  • Outros terão
  • Pálida luz da manhã de inverno, A
  • Parece às vezes que desperta
  • Parece que estou sossegando
  • Pela rua já serena
  • Poemas dos Dois Exílios
  • Por quem foi que me trocaram?
  • Qual é a tarde por achar
  • Quanta mais alma ande no amplo informe
  • Que suave é o ar! Como parece
  • Relógio, morre
  • Ruído vário da rua, O
  • Se alguém bater um dia à tua porta
  • Se tudo o que há é mentira
  • Sim, tudo é certo logo que o não seja.
  • Som do relógio, O
  • Sonhei, confuso, e o sono foi disperso
  • Sossega, coração! Não desesperes!
  • Sou o Espírito da treva
  • Tenho esperança? Não tenho
  • Tenho pena até... nem sei. . .
  • Todas as cousas que há neste mundo
  • Tua voz fala amorosa..., A
  • Tudo quanto Penso
  • Uma maior solidão
  • Vaga História
  • Vendaval
  • Vou com um passo como de ir parar