Devota

A tardinha,
quando o Phebo já declina,
minha alma ungida de ternura e suavidade,
eu me ponho a imaginar,sem que me enfade,
na escravidão de amor que é minha sina!
Então me apresso a venerar
tua imagem, e, quando o coração repica,
os lábios murmuram preces de amor.
Sonhar assim,é meu prazer,
e dentro deste templo,
vibro exulto,
se devota de ti me imagino!

  Efigênia Mallemont