Sinto-me aqui sozinha Calada, Isolada, Porém amparada pelos poucos.
Só me mostram, sem alarde, Mas dão-me a mão, Aquecem meu coração E oxigenam meu pulmão.
Fazendo-me ressurgir e suspirar Mais do que o último que seria o ponto final.
Trazem-me, novamente, reemergir à vida.