| Soprava o vento pela fresta Soprava o vento pela fresta A menina comia nêspera Antes de dar em segredo O níveo corpo ao folguedo: Mas antes provou ter tacto Pois só o queria nu no acto Um corpo bom como um figo Não se vai foder vestido. Para ela em tempos de ais Nunca o gozo era demais. Lavava-se bem depois: Nunca o carro antes dos bois. (Tradução de Aires Graça) |