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Pobre sonho...
Ensandecido... nesse mar vogando,
Perdido... nas delícias do teu corpo lindo.
Querido... e desfrutando teu encanto;
Esquecido... pois meu sonho está findo.
Não dobrem sinos... ela está sorrindo
Este coração chora e ama tanto .
Ensandecido... nesse mar vogando,
Perdido... delícias do teu corpo lindo.
Que seja o mar a díluir meu pranto
Chamas e eu digo: - Vê , já estou indo
De teu divino corpo... eu sou manto.
E meu sonho pouco a pouco , sumindo
Ensandecido... nesse mar vogando.
Sines-Portugal
30/07/2003
António Zumaia
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